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Saiu na Exame, Janeiro 2017

Desde 2008, o Google mantém o instituto Search Inside Yourself para ensinar o quem sendo chamado de Mindfulness, técnica de respiração e concentração, como a meditação. O termo inglês é traduzido como “atenção plena” e foi cunhado na década de 70 pelo médico Jon Kabat-Zinn, fundador da Clínica de Redução do Estresse e do Centro de Atenção Plena em Medicina do MIT, na intenção de despira a meditação oriental de conotações religiosas e preconceitos. Na última década, o tema começou a ganhar adeptos nas empresas. Inicialmente, o público-alvo do Google era composto apenas dos próprios funcionários. Hoje é um próspero negócio de consultoria, com clientes como a empresa de tecnologia SAP, a montadora Ford e a empresa de cartões de crédito American Express. Uma pesquisa conduzida pelo fundo de investimentos Fidelity e pelo National Business Group on Health, grupo sem fins lucrativos dedicado a estudar a saúde nas empresas, descobriu que 22% das maiores companhias americanas têm programas de treinamento em atenção plena e 21% pretendem instituí-los ao longo de 2017. Pesquisas científicas recentes, como uma conduzida pela Universidade Harvard, afirmam que o cérebro começa a mudar ao praticar meditação. Nos participantes que meditavam uma média de 27 minutos diários durante pelo menos 8 semanas descobriu-se que houve um crescimento da densidade do hipocampo, área do cérebro relacionada à memória e ao aprendizado. Ao mesmo tempo, ocorreu uma redução da densidade da amígdala cerebral, região associada ao comportamento agressivo, ansiedade e estresse.

No Brasil, a fabricante de bens de consumo 3M é uma das pioneiras na adoção de práticas até recentemente não convencionais nas empresas. Desde que o engenheiro mexicano Jorge Lopez assumiu o comando da subsidiária brasileira em 2014, foram introduzidos cursos de mindfulness na companhia. Dos 1400 funcionários do administrativo, 800 participaram dos treinamentos e das palestras que acontecem mensalmente. Lopez planeja expandir o programa para a área de produção. “Senti uma mudança no meu próprio comportamento e no meu corpo”, diz Lopez. “Fiquei mais calmo, e as dores de cabeça e nas costas, que antes eram quase diárias, tornaram-se bem menos frequentes. ”

O mesmo tipo de exercício de observar a respiração e as reações do corpo aos pensamentos para treinar a atenção plena nos mais diversos momentos do dia é sugerido pelos professores Evans e Burnett em Designing Your Life. Segundo eles, a prática ajuda a identificar um estado mental conhecido como “fluxo” – em inglês flow – comum quando se faz algo de que se gosta muito. O psicólogo húngaro-americano Mihaly Dsikzentimihalyi descreveu o fenômeno no livro Flow, de 1990, escrito depois de fazer 20 anos de pesquisas. Para a dupla, fazer uma lista das atividades que causam essa sensação pode ajudar no planejamento de um futuro profissional feliz. “

Extraído do artigo Doutor em Autoajuda, de Aline Scherer. Revista Exame Edição 1129 – 18/1/17, em Gestão | Carreira)

Com larga experiência como executiva em multinacionais de tecnologia, pratico meditação há mais de vinte anos. Através do Instituto Latino Americano de Mindfulness e Bem Estar, tenho como missão ajudar as pessoas a terem uma vida melhor e mais saudável. Desenho para as empresas um programa de Mindfulness de acordo com as necessidades específicas. Fiz minha formação como instrutora pela MTI, Mindfulness Trainings International e prossigo em contínua especialização.  Participei de treinamentos de Mindful Leadership com Janice Marturano (Institute for Mindful Leadership) e Fleet Maul. Também fiz a formação em Mindfulness Based Relapse Prevention (MBRP) com Sarah Bowen e MBRP-Brasil. Na Monash University estudei Mindfulness for Wellbeing and Peak Performance. Participei dos Seminários Avançados em Mindfulness na UNIFESP, onde iniciarei este ano a Pós-Graduação em Mindfulness.

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